Melhorando empresas e profissionais pelo uso criativo da cultura digital

Veja como eu posso ajudar você
a atingir um novo patamar de
produtividade com os recursos online
que já fazem parte do seu cotidiano

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QUEM SOU EU

Olá! Meu nome é Paulo Silvestre, e sou um jornalista apaixonado por tecnologia que está online desde 1987.

Executivo de produtos digitais, mídia e e-commerce com 25 anos de carreira, sou palestrante e professor. Ajudo empresas a tirar o máximo de suas operações e formo profissionais mais críticos.

Adoro compartilhar conhecimento. Em 2016, fui eleito um dos brasileiros mais influentes no LinkedIn, pelo prêmio LinkedIn Top Voices.

Mas tenho muito mais a contar! Venha me conhecer.

MEUS EVENTOS

Palestrante há uma década, sou especialista em despertar uma visão crítica e fora do convencional nas pessoas. Demonstro como o mundo digital pode destravar suas potencialidades. Resultado: pessoas saudavelmente inquietas e prontas para transformar suas empresas e seu dia a dia em algo mais produtivo. Saiba mais!

MINHAS CONSULTORIAS

Ofereço ao seu negócio a experiência de quem desenvolve produtos digitais há 25 anos para algumas das maiores empresas do Brasil e do mundo.  Analiso suas necessidades e ofereço o melhor caminho a ser tomado, inclusive, se necessário, que soluções devem ser adotadas. Conheça os detalhes!

O MACACO ELÉTRICO

Desde 2009, meu blog traz análises sobre tendências e os acontecimentos mais quentes da cultura digital
e os mercados de comunicação, tecnologia e educação. São centenas de artigos: conheçam o blog!

Artigos mais recentes / Veja todos os artigos

Zuckerberg (Meta), Huang (Nvidia), Trump e Musk (xAI), em almoço antes do acordo de autorregulação contra riscos da IA - Foto: reprodução

É possível garantir o controle da inteligência artificial?

| Tecnologia | No Comments

Nesta semana, em um evento do meu doutorado na PUC-SP, alguns colegas me perguntaram quanto de verdadeiro há nos recentes anúncios sobre agentes de inteligência artificial saindo do controle e realizando atividades no mínimo indesejáveis. Além disso, fui questionado se existe, afinal, uma forma de garantir que essas plataformas não executem ações catastróficas para a humanidade. As perguntas são legítimas. As últimas semanas foram carregadas com notícias de agentes de IA se “rebelando” e invadindo servidores de outras empresas ou de órgãos governamentais, ou pelo menos realizando ações inadequadas. Na maioria dos casos, os sistemas “malandros” são da OpenAI e…

Os professores Rosental Calmon Alves e Tom Rosenstiel, durante o 27º Simpósio Internacional de Jornalismo – Foto: reprodução

Diante da IA, o jornalismo deve vender compreensão do mundo, não notícias

| Jornalismo, Tecnologia | No Comments

Nunca foi tão barato produzir uma “notícia”. Em segundos, a inteligência artificial escreve, resume, traduz e espalha um conteúdo. Em compensação, o que exige gente e responsabilidade, como apuração, verificação, contextualização e capacidade de separar o que importa do ruído, ficou mais raro e complexo. Hoje, cada informação vale pouco sozinha, mas poder confiar nela vale cada vez mais. Tal abundância atinge duramente o jornalismo, mas sua crise não se resume à perda de leitores e anunciantes. A imprensa sempre selecionou e hierarquizou assuntos, confrontou versões e ajudou a formar uma agenda comum. A mediação não desapareceu, apenas parte dela…

Canteiro de obras no Data Center Pacém, no Ceará – Foto: reprodução

Redata barateia data centers no Brasil, mas não resolve seus impactos

| Tecnologia | No Comments

A inteligência artificial já faz parte da nossa rotina, mas quase ninguém pensa no que existe por trás de uma pergunta feita a um chatbot. Para sustentar essa conveniência, são necessários enormes data centers, que consomem energia, água e território. Nesse contexto, o Brasil acaba de criar o Redata, um regime que reduz tributos para estimular a instalação e a expansão dessas construções. Mas é preciso perguntar quem pagará os custos ambientais e sociais dessa infraestrutura. Um exemplo disso aparece no Data Center Pecém, no Ceará. O empreendimento envolve o uso de água e energia, o licenciamento ambiental e a…

Yamini Rangan, CEO do HubSpot, fala na palestra de abertura do Unbound, no dia 16 de setembro - Foto: Paulo Silvestre

Empresas começam a trocar o “excesso de IA” pela busca por resultados

| Tecnologia | No Comments

Depois de dois anos se perguntando como adotar a inteligência artificial, muitas empresas começam a se questionar se não estariam usando IA demais para obter resultados de menos. Essa foi uma provocação feita pela CEO da plataforma de negócios HubSpot, Yamini Rangan, ao mencionar que, embora 90% das empresas já usem a tecnologia, apenas 6% alcançam resultados transformacionais com ela. Os dados são de uma pesquisa apresentada durante o Unbound 26, evento global da empresa, que aconteceu em Boston (EUA), entre 16 e 18 de setembro e do qual participei. A conferência revelou uma mudança na forma como a companhia…