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Videodebate: quem fala o que quer ouve o que não quer!

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Está ficando cansado das bobagens e das brigas nas redes sociais?

Calma, tudo tem solução!

A sequência de falas infundadas e inconsequentes parece não ter fim no meio digital. Pior que isso é o bate-boca insano que, muitas vezes, vem na sequência.

Na semana passada, tivemos três exemplos emblemáticos: a Bettina, que teria feito seu primeiro milhão em três anos a partir de R$ 1.500, os pedidos de fechamento do Supremo Tribunal Federal e a “culpa dos videogames” pelo massacre na escola em Suzano.

Tudo isso na semana em que a Web completou 30 anos! Um dos maiores inventos da humanidade, criada para facilitar o compartilhamento de informações, tem aberto as portas para o lado sombrio das pessoas.

Muito chato isso, né? A parte boa da história é que a solução está em nossas mãos! Como? Veja no meu vídeo abaixo.



O artigo sobre o massacre na escola Professor Raul Brasil, mencionado no vídeo, pode ser encontrado em https://www.linkedin.com/pulse/o-videogame-causou-massacre-de-suzano-sqn-silvestre-jr-/

Reflexão: você já magoou alguém online? De propósito ou sem querer?

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A maior parte da nossa comunicação é feita pelos meios digitais. E, apesar do avanço das mensagens de voz, a comunicação escrita ainda domina: mensagens, e-mails, posts, comentários.

Surge então um problema: não sei o que você acha, mas eu tenho a sensação de que as pessoas estão escrevendo cada vez pior! Observo erros grosseiros de ortografia e de gramática, e a pontuação está virando artigo de luxo.

Sei que o meio digital pede uma comunicação mais dinâmica e mais rápida. E eu sou um defensor da língua viva. Mas não podemos simplesmente jogar no lixo algumas regras.

Para tornar a situação mais dramática, escreve-se na língua falada, que exige elementos não-verbais para ser totalmente compreendida, como variações no tom de voz e linguagem corporal. Emojis (que gosto muito) são ótimos para minimizar essa falta, mas não fazem milagre 😉

Por tudo isso, vejo um monte de mal-entendidos, saias justas e mágoas, simplesmente porque o emissor manda sua mensagem sem o mínimo cuidado. Resultado: rusgas entre colegas, amigos e familiares, imagem manchada e até negócios em risco!

Então, fica minha dica: antes de escrever qualquer coisa, trate bem a língua. As pessoas com quem você conversa agradecem!

Videodebate: cara, a Terra é PLANA!

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Você possivelmente já ouviu falar dos terraplanistas, um grupo que acredita, em 2019, que a Terra é plana.

Antes de fazer piada com eles, é melhor entender o mecanismo por trás disso, pois todos nós também somos afetados por ele.

Como alguém pode afirmar categoricamente isso, diante de todas as confirmações da ciência? E eles são pessoas com boa educação e explicações complexas para justificar sua crença.

Mas não se trata de algo religioso ou místico. A origem do terraplanismo está intimamente ligado aos algoritmos de relevância das redes sociais, especialmente do YouTube.

Estudos demonstram que eles desencadeiam mecanismos em nossas mentes que nos servem de subsídios para justificar qualquer coisa em que queiramos acreditar, desde a Terra ser plana, até pequenas coisas cotidianas. Pior: tudo que diga o contrário, é automaticamente rechaçado pela nossa psique como “conspiração”, “manipulação” e afins.

Portanto, não é uma piada, nem de mau gosto. Essas “bolhas” podem comprometer a nossa capacidade de acreditar no nosso semelhante.

Sabe como sair disso? Veja no meu vídeo! E você se sente afetado pelos algoritmos das redes?



 

Reflexão: o “vilão” é sempre um vilão?

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Ontem assisti a “Capitã Marvel”, a mais nova aventura da Marvel. Gostei, especialmente dos diálogos espirituosos entre ela e Nick Fury. Não é o melhor do estúdio, mas diversão está garantida (para quem gosta do estilo). Mas algo me chamou bastante a atenção.

No início, os vilões são da raça alienígena skrull, velha conhecida dos fãs de quadrinhos. Mas -surpresa- eles talvez não sejam caras maus de verdade! São apenas o outro lado de uma guerra. E, quando colocados dessa maneira, tudo ganha nova perspectiva.

Lembrei do seriado da HBO “Band of Brothers” (2001), uma obra-prima sobre a Segunda Guerra Mundial. Em uma cena, após feroz batalha, um soldado americano se aproxima de um alemão que havia matado antes. Ao ver de perto o corpo, ele questiona o que afinal fazia dele um “inimigo”. Em outra circunstância, poderiam ser amigos e estar tomando uma cerveja. Mas, pela guerra, havia acabado com ele, sem saber bem por que.

Muito se esperava do feminismo em “Capitã Marvel” (até foi lançado no Dia Internacional da Mulher). Esse tema foi abordado de uma boa maneira. Mas o aspecto político acabou sendo mais interessante.

Para se pensar, ainda mais em tempos de tanta intolerância nas redes sociais.



 

Reflexão: “Bons artistas copiam; grandes artistas roubam!”

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A frase acima, atribuída a Steve Jobs, não é muito inspiradora, mas abre a cena abaixo de “Piratas da Informática” (“Pirates of Silicon Valley”, 1999), talvez a mais memorável do filme. Em apenas três minutos, o filme demonstra como a Apple “roubou” a ideia da interface gráfica e do mouse da Xerox e, ao lançar o Lisa e principalmente o Macintosh, passou ao mundo a ideia de que que foram eles que inventaram tudo aquilo.

A sequência, com narração em off de Steve Wozniak (co-fundador da Apple) é memorável e merece ser vista. Mesmo por que ela traz vários ensinamentos para qualquer negócio:

  • valorize a “prata da casa”;
  • não despreze o que não entende;
  • esteja aberto a oportunidades e ao novo;
  • fique atento à concorrência;
  • surpreenda sempre o consumidor;
  • a galinha que cacareja mais alto nem sempre é a dona dos ovos, mas leva a fama.

Esse filme de baixo orçamento é brilhante! Nada daqueles filmes “chapa branca” sobre o Jobs que saíram nos últimos anos. Mostra o surgimento da microinformática contando os primeiros anos da Apple e da Microsoft. Infelizmente está meio difícil de encontrá-lo online ou em DVD. Mas, se tiver chance, assista!

E você, já passou por experiências com as dos itens acima na sua carreira? Compartilhe aqui com a gente 😊


Reflexão: quem compartilha mais “fake news”?

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Segundo estudo das universidades de Princeton e Nova York, são os idosos. Ele avaliou 3.500 usuários do Facebook, e concluiu que quem tem mais de 65 anos compartilha notícias falsas sete vezes mais que os que tem entre 18 e 29 anos. Os canais preferidos para isso são o próprio Facebook e o WhatsApp.

Isso tem a ver com o principal motivo desse grupo espalhar mais as bobagens: fazem isso porque, muitas vezes, a porcaria chega de pessoas em quem confiam.

Outra coisa é o próprio funcionamento e a linguagem nessas plataformas, além da grande quantidade de informação, difícil a eles. Por isso, tendem a cair mais em outros golpes.

O Estadão publicou uma entrevista interessante sobre o tema. Leia em https://tinyurl.com/est4mar19

E, no meu artigo mais recente, tratei de um assunto correlato: como as pessoas estão perdendo sua capacidade de lidar com ideias diferentes, trocando a verdade por versões. Confira em http://tinyurl.com/paulo21fev19

Mas não pense que só os idosos passam “fake news”. Essa praga se espalhou por todas as faixas etárias. Precisamos ajudar as pessoas a nossa volta a escapar disso! Desconfie daquilo que lhe pareça bom demais. E não repasse adiante se não tiver checado em outros sites.

Videodebate: tem gente roubando seu lugar!

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Não olhe agora, mas tem um monte de “picaretas” roubando os seus clientes ou o seu trabalho!

É isso mesmo! Uns caras que sabem muito menos que você estão lhe dando uma rasteira! E, se duvidar, eles sabem tão pouco, que até colocam a vida das pessoas em risco!

E você fica aí, praguejando da “sorte” que os danados têm…

Muita calma nessa hora! Pela minha experiência, não existe essa tal de “sorte” no trabalho.

Sim, é verdade que essas criaturas existem mesmo, e estão ocupando um espaço indevido. Mas não é por acaso, e muito menos por sorte. Eles sabem muito bem como atingir seus resultados. De um jeito torto, mas sabem.

Digo mais: você também tem culpa nisso tudo! E não adianta ficar bravo.

Veja meu vídeo abaixo, e depois vamos debater aqui nos comentários: o que fazer para ocupar o espaço que é SEU?



 

Reflexão: o Facebook deprime você!

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Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook

Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook

Pelo menos é o que concluiu duas pesquisas mencionadas nessa reportagem do El País: https://bit.ly/2X0QdN5

A primeira é da Universidade de Nova York e de Stanford; a segunda, da Universidade A&M do Texas. Compararam usuários que deixaram a rede por um mês e por uma semana, respectivamente, com grupos que continuaram se conectando.

As duas confirmaram que não usar mais o Facebook, mesmo por curtos períodos de tempo, reduziu depressão e ansiedade nas pessoas. Outra coisa que achei particularmente interessante: as pessoas ficaram menos intolerantes! E ainda passaram a realizar outras atividades sociais.

Sempre trago para o debate a importância de não nos rendermos à manipulação dos algoritmos e do mau uso que algumas pessoas fazem deles, como no meu artigo mais recente (leia: https://tinyurl.com/paulo21fev19). As redes sociais são ferramentas incríveis de comunicação interpessoal, de informação e de aprendizado. Mas não podemos acreditar candidamente em tudo que nos é exposta ali. Além disso, não dá para achar que todo mundo é melhor que nós, pois normalmente as pessoas colocam só seus melhores momentos na rede.

E você, toparia ficar um mês sem usar o Facebook? Ou já saiu de vez dessa rede?

Videodebate: a maneira de fazer negócios mudou!

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Tenho ouvido de muita gente que, como professor e consultor, eu crio concorrentes que depois disputarão o mercado comigo. Essa afirmação me parece descabida, a começar porque o amor pela educação jamais deixaria espaço para esse sentimento. Mas há algo muito mais incrível nessa história, reflexo de mudanças culturais trazidas pelo meio digital.

Mais que criar concorrentes, hoje eu crio potenciais parceiros! Sim! Ao ensinar outras pessoas o que eu faço, podemos depois, juntos, trabalharmos e desenvolvermos ideias que isoladamente nem eu e nem eles conseguiríamos executar.

Essa máxima não serve apenas para profissionais: grandes empresas já vêm experimentando o conceito, cortando custos, diminuindo tempo de desenvolvimento e entregando produtos melhores ao público.

Sentar em cima de ideias, com medo que elas sejam copiadas, não funciona mais. Nessa nova realidade, isso é o caminho para morrer com a ideia.

Daí pergunto: você e sua empresa já estão prontos para abraçar esse novo jeito de fazer negócios? Entenda isso melhor no meu vídeo abaixo. E depois vamos debater aqui nos comentários.



 

Reflexão: quanto vale a sua privacidade?

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Para o Facebook, constantes violações na privacidade de seus usuários podem lhe custar muitos milhões de dólares!

Reportagem de The Washington Post (https://lnkd.in/dUTz7Rk) indica que a empresa está negociando com a FTC (sigla em inglês para Comissão Federal de Comércio) pelo fim de uma investigação sobre isso. Começou em março, com o escândalo da Cambridge Analytica, que usou a rede para roubar dados de 87 milhões de usuários. De lá para cá, mais problemas, incluindo novos vazamentos e o crescimento das “fake news”, apoiadas pelos algoritmos.

A agência americana, que regula práticas comerciais, pode aplicar uma multa que supere o recorde para uma empresa de tecnologia: US$ 22,5 milhões pagos pelo Google em 2012, também por questões de privacidade. Uma eventual briga na Justiça pode corroer ainda mais a imagem do Facebook junto a seus usuários, que já não anda muito boa.

Nessa questão, o elo fraco continua sendo o usuário, vítima por não ser bem informado que seus dados estão sendo coletados, e muito menos para que serão usados.

Que cuidados você toma para proteger seus dados ao usar redes sociais ou seu celular?

A alegria do seu sucesso pode virar seu pior pesadelo, e de graça!

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Vídeo em que Nilson Izaías “Papinho” consegue fazer sua “slime”, que o transformou em uma estrela instantânea – Foto: reprodução

Vídeo em que Nilson Izaías “Papinho” consegue fazer sua “slime”, que o transformou em uma estrela instantânea

Imagine a cena: você está tocando sua vida normalmente, quando tem a felicidade de fazer algo inesperadamente incrível, que lhe garante uma grande fama instantânea! Subitamente você é catapultado de uma vida convencional para o estrelato, com milhões de pessoas acompanhando seus passos. A repentina exposição lhe garante muitos novos amigos, negócios e dinheiro. Grande alegria! Mas de repente, quando tudo parecia estar maravilhosamente bem, você se vê envolvido em uma lista de denúncias infundadas, que destroem a sua reputação. E aí toda aquela euforia legítima dá lugar a medo e depressão.

Está achando que isso é roteiro de filme B? Pois saiba que pode acontecer de verdade! E, em tempos de redes sociais, onde tudo é mais rápido e mais intenso, qualquer um pode ser uma vítima desse pesadelo, inclusive você, sua carreira, seu negócio. De uma hora para a outra, toda aquela euforia se transforma em um transtorno que pode ter sequelas graves.

Como isso é possível? Dá para se proteger?

Há poucos dias, um caso desses se tornou emblemático. Aconteceu com Nilson Izaías “Papinho”, que vive em Juquiá, município de menos de 20 mil habitantes a 170 km de São Paulo. O pacato aposentado de 72 anos criou, há 11 meses, um canal no YouTube, onde publica singelos vídeos domésticos de seu cotidiano, como o que come no café da manhã ou as frutas de seu quintal.

Há um mês, “Papinho” encarou um desafio: fazer, na frente da câmera, uma “slime” caseira, que são aquelas massas gelatinosas que fazem sucesso entre as crianças. Depois de quatro tentativas frustradas, no dia 22 de janeiro, ele publicou um vídeo de seu sucesso na empreitada. Tudo muito singelo e despretensioso. O vídeo, que pode ser visto abaixo (10’57’’) “viralizou” e já passou de dez milhões de visualizações! Antes dele, o canal tinha pouco mais de mil inscritos; hoje já são cerca de 4,4 milhões, que vieram no espaço de apenas duas semanas!


Vídeo relacionado:


Trata-se provavelmente do crescimento mais rápido do YouTube no Brasil! O “vovô da slime”, que até então tinha feito apenas 18 vídeos praticamente sem audiência, se tornou um fenômeno literalmente do dia para noite.

E aí começaram os seus problemas.

 

Por que isso acontece?

“Papinho” não tinha nenhuma pretensão de atingir fama ou ganhar dinheiro. Segundo ele, gravava seus vídeos para fazer novos amigos, e ficaria satisfeito se atingisse mil inscritos no canal.

Mas a grande fama veio. E, com ela, a grande infâmia!

“Papinho” começou a ser acusado de vários comportamentos inadequados e até de pedofilia, além de ter sua imagem violentada em “memes”. Subitamente, várias pessoas e perfis falsos apareceram nas redes sociais, com grandes teorias e histórias sobre o aposentado que, até havia alguns dias, só familiares e amigos conheciam. Pior que isso: “Papinho” viu seu nome e sua imagem usados em uma briga suja entre grupos políticos conservadores e liberais. Felizmente, ele recebeu o apoio de várias pessoas, que o ajudaram a passar por isso.

Por que alguém faria isso com um pacato aposentado, que ficou famoso ao fazer “slime” caseira?

Os primeiros nisso são os “trolls”, pessoas que se divertem criando e espalhando esse tipo de confusão. Motivados por inveja, discordância ou simplesmente falta do que fazer, não pensam duas vezes antes de destruir a imagem de alguém que nunca lhes fez nada. Há também um grupo ainda mais odioso, que são aqueles que usurpam a imagem de famosos para atingir seus próprios objetivos, não se preocupando se isso lhes causará problemas.

“Papinho” foi vítima de ambos.

 

Pode acontecer com todo mundo?

Claro que sim!

Convenhamos, se um singelo senhor que ficou famoso fazendo “slimes” foi vítima, qualquer um pode ser. E, quanto maior a sua influência, pior pode ser o estrago.

Sem desmerecer as qualidades humanas e a capacidade de gerar engajamento de “Papinho”, é pouco provável que o mau uso de sua imagem provoque grandes crises políticas ou econômicas. Mas, se a vítima for um grande empresário, por exemplo, muita gente pode embarcar nas “fake news” e tomar decisões muito ruins e equivocadas.

Mas uma coisa é comum a todos: seja “Papinho”, seja um grande empresário, esse tipo de atentado à reputação é sempre desagradável e um desrespeito inaceitável ao indivíduo, que se vê envolvido gratuitamente em uma trama com a qual não tem nada a ver.

E ainda tem que limpar a lama que lhe foi jogada de graça.

 

Como se proteger?

Não há proteção absoluta contra esse tipo de maldade. Mas podemos fazer coisas que podem ajudar bastante caso o abuso aconteça.

A primeira delas é não tocar tambor para maluco dançar! Em muitos casos, o ataque acontece apenas para desestabilizar a vítima, esperando que ela revide na mesma moeda. Jamais faça isso! Caso contrário, o agressor terá atingido seu objetivo de arranhar (às vezes profundamente) sua reputação. Fique no campo das ideias e do respeito.

Outra coisa que ajuda muito é construir previamente uma boa reputação. Partindo do princípio constitucional de que todos são inocentes até que se prove o contrário, ter uma boa imagem construída junto a seu público é um importante aliado contra esses ataques, pois as pessoas tendem a acreditar menos no agressor a até mesmo defender a vítima.

Por fim, cultive sempre bons relacionamentos na rede: converse com as pessoas, ajude-as no que puder, compartilhe conhecimento. Mas faça isso genuinamente! Essa doação é percebida por quem se beneficia dela. E acredite: amor com amor se paga!

Mas isso tudo tem que ser feito antes do problema acontecer. Dessa forma, eventuais ataques terão um impacto muito menor. Não passarão de “slime”, que não gruda e é descartável.


E aí? Vamos participar do debate? Role até o fim da página e deixe seu comentário. Essa troca é fundamental para a sociedade.


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Videodebate: comodidade versus qualidade

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Você prefere qualidade ou comodidade?

Como consumidor, certamente já escolheu produtos pesando os lados dessa balança. Mas e como profissional, o que é mais importante para você quando desenvolve ou posiciona um produto no mercado?

Essa decisão pode significar seu sucesso ou seu fracasso. Muitos bons produtos acabam enterrados porque, apesar de excelentes, não eram o que o consumidor queria naquele momento ou daquela forma. Quando isso acontece, acabam escolhendo outra coisa, às vezes até com uma qualidade inferior, mas que atende melhor suas necessidades.

O que temos que fazer então para nosso produto dar certo? Veja no meu vídeo abaixo o que você precisa levar em consideração nesse processo.

E você, já passou por essa escolha na sua carreira? Compartilhe aqui conosco quais foram as suas decisões e os resultados.



Reflexão: não existe percepção errada, existe marketing ruim

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Mexendo nas minhas coisas, encontrei essa preciosidade: um CD da AOL de 2003, símbolo do melhor e do pior da outrora líder absoluta da Internet.
Era o tempo da Internet discada. A AOL distribuiu milhões de CDs pelo mundo, inclusive no Brasil (onde chegou a tirar o Roberto Carlos da linha de produção antes Natal, quando o Rei lançava CDs anualmente). Para muitos, essa avalanche prateada era um estorvo. Mas os discos eram essenciais para o negócio.
A empresa dependia de seu navegador proprietário para funcionar. Incompreendido peles usuários, o programa trazia, na verdade, uma série de benefícios, como conexão acelerada (que fazia grande diferença na banda estreita), segurança de ponta e serviços integrados. Algo que nenhum concorrente chegava aos pés.
Mas ninguém sabia disso! A culpa foi da própria AOL, especialmente no Brasil, que nunca soube comunicar suas reais vantagens. Elas se perderam diante da fala da concorrência, que se comunicava muito melhor e conseguiu “colar” na AOL a imagem de pesada e problemática.
Não há “percepção errada”. Se as pessoas não entendem suas vantagens, seu marketing está falhando. E um produto incrível pode ir por água abaixo.
E você, conhece histórias assim para compartilhar?

Reflexão: como era difícil fazer jornalismo! E hoje?

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Recebi esse vídeo da amiga Solange Villela. É, no mínimo, muito curioso! Mostra como o Estadão era produzido em 1935, um processo industrial intrincadamente fascinante, de um mundo que não existe mais. Vale a pena assistir!

O Estadão era o maior jornal do país, com a tecnologia mais moderna. O papel era o jeito mais eficiente de distribuir muita informação, uma verdade que perdurou até a virada do século.

O jornalismo digital surgiu em 1994 (eu estava lá, “cortando o cybermato”). De repetente, tudo podia ser feito melhor, mais barato e mais rápido. E a coisa explodiu com a popularização dos smartphones: além de ficar muito mais fácil qualquer um consumir conteúdo, também ficou para produzir.

Em 2011, quanto era gerente de produtos digitais do mesmo Estadão, calculei, de todos os gastos do jornal, quanto se referia à produção de notícia. Resultado: apenas 21%! Os outros 79% se referiam à gráfica, à infraestrutura predial e ao transporte.

Hoje o impresso ainda existe, muito mais barato e automatizado. Mas continua caro e ineficiente. O único problema do digital é que, por ser muito simples e muito barato, qualquer um pode publicar uma grande barbaridade e uma multidão acreditar. As “fake news” estão asfixiando o bom jornalismo. E, com ele, a democracia.

 

Videodebate: aparecer bem nas redes sociais pode MATAR?

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Uma influenciadora brasileira de 26 anos pensou em suicídio, porque não estava aguentando a pressão de ter que publicar o tempo todo. Ok, esse é um caso extremo. Mas é para pensar: muita gente quer construir a sua reputação aqui, o que é ótimo. Só que não sabe como dosar o esforço, e acaba pirando, atrapalhando (muito) a sua vida. E isso é muito grave!

Então como construir a sua autoridade nas redes sem prejudicar suas tarefas? Qual o limite?

“Keep calm and keep publishing” 😉 Existem técnicas para isso! Veja no meu vídeo abaixo como chegar ao topo e se manter lá, construindo sua reputação sem truques baratos.

Participação especial de Athena, a gata, no final 😉

 


Links de conteúdos mencionados no vídeo: