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Diversidade gera lucros para empresas e satisfação para pessoas

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Você já pensou por que existem tão poucas mulheres no mercado de tecnologia? Longe de ser apenas uma estatística, isso vem de valores arraigados em nossa cultura e da falta de modelos femininos nessa indústria. De alguns anos para cá, várias iniciativas procuram reverter essa situação e promover a diversidade e inclusão nas empresas, não apenas de gênero, mas também étnica, de orientação sexual e de pessoas com necessidades especiais. Além de gerar inestimáveis ganhos sociais, elas também trazem muitos ganhos para as empresas.

Segundo o estudo “A diversidade como alavanca de performance”, publicado pela consultoria americana McKinsey, empresas com mais diversidade de gênero em cargos executivos têm 21% mais chance de ter lucros acima da média que as que apresentam pouca diversidade. No caso de diversidade étnica, isso é ainda mais aparente: 33%.

Há alguns dias, tive uma conversa inspiradora sobre isso com Judith Michelle Williams, líder global de diversidade da SAP, que estava no Brasil. A íntegra da conversa em vídeo (7’ 18’’) pode ser vista abaixo.


Vídeo relacionado:


“Quando uma organização é capaz de ter essa diversidade e essa inclusão, isso aumenta o engajamento de seus funcionários”, explica Williams. “Isso leva a uma maior inovação, pois você tem diferentes fontes de ideias, você tem pessoas com culturas diferentes.”

Ironicamente, o primeiro programa de computador da história foi escrito por uma mulher: Ada Lovelace criou em 1842 o algoritmo para a máquina analítica de Charles Babbage. Mas hoje faltam modelos para que as meninas se inspirem para abraçar essas carreiras.

“Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas. Os estereótipos de gênero, a falta de modelos visíveis e as políticas e ambientes sem apoio ou mesmo hostis podem impedi-las de seguir essas carreiras”, disse António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, em sua mensagem oficial no dia 11 de fevereiro passado, Dia Internacional para Mulheres e Meninas na Ciência.

“Ter quem mostre que é possível para uma mulher liderar uma companhia de tecnologia, desenvolver software e crescer em uma carreira de tecnologia é muito bom. Precisamos encorajar mais meninas a abraçar as exatas e estudar ciência e tecnologia”, afirma Williams, que, antes de liderar a diversidade na SAP, cuidou desse tema no Dropbox e no Google.

Diversidade e inclusão

Mas a diversidade sozinha não é suficiente. As empresas precisam fazer seus funcionários se sentirem incluídos, podendo demonstrar quem eles são.

“Nós não queremos que nenhum de nossos funcionários LGBT+ sintam como se não pudessem falar sobre sua vida familiar, não pudessem falar sobre seus parceiros”, explica a executiva da SAP. “É muito importante ter essa inclusão: as pessoas sentem que elas podem vir trabalhar e ser o seu melhor.”

As empresas precisam investir no treinamento de suas equipes para chegar lá. Segundo artigo publicado na revista Forbes, as dificuldades de inclusão derivam principalmente da nossa inabilidade de reconhecer e valorizar pontos de vista diferentes. A autora Phyllis Wright, vice-presidente sênior da VRM Mortgage Services, cita estudos que demonstram que 80% do que usamos para nossas conclusões vêm do que já sabemos, e apenas 20% de estímulos externos. Portanto, um treinamento eficiente pode “melhorar” os conceitos em nosso cérebro e treinar nossos olhos para a questão da diversidade a nossa volta.

Lembro-me de ter lido o livro “Círculo da Inovação”, do guru da administração Tom Peters, há uns 30 anos. Mas uma passagem me marcou muito: a que ele dizia que a gerência da maioria das empresas é composta por “homens brancos de meia idade vestindo calças de poliéster”. O problema disso, segundo ele, é que todos aqueles gerentes pensam da mesma forma, o que seria péssimo para o negócio e para seus produtos.

Ele já via a importância da diversidade, tão em moda hoje, há três décadas! Afinal, se você tem dez “chefes” que pensam exatamente igual, você só precisa de um! O que faz um negócio realmente prosperar é ter pessoas diferentes trocando suas experiências para atender clientes que também são diversos.

E então: como está a sua companhia nisso tudo?


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Reflexão: como destruir a verdade confundindo a mente das pessoas

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Guerra é paz.

Liberdade é escravidão.

Ignorância é força.

Acha que tem algo de errado nessas frases?

Elas decoram o Ministério da Verdade, um dos quatro do governo totalitário do Grande Irmão, presente no livro “1984”, de George Orwell (lançado em 1949), que aparece acima. Usei a imagem no meu vídeo dessa segunda, em que fiz uma análise sobre as novas formas de controle do cidadão por governos (veja em http://paulosilvestre.com.br/videodebate-o-governo-esta-de-olho-em-voce/).

Desde então, ela não sai da minha cabeça! O Big Brother manipulava todos pelo uso intenso de câmera, distorção do que as pessoas liam e do que elas aprendiam. O recurso da contradição, presente naquelas frases, é usado por Orwell em várias partes da obra para demonstrar como a própria percepção de realidade pode ser destruída nas pessoas.

Assim, o Ministério da Verdade manipulava as informações (fake news?), o Ministério da Paz cuidava da guerra, o Ministério da Fartura dizia que a economia ia bem, enquanto gerenciava a fome do povo, e o Ministério do Amor espionava e torturava a população.

Maquiavel lançou “O Príncipe” em 1532 como um guia para se chegar e se manter no poder. Você acha que “1984” está se tornando o livro de cabeceira de cada vez mais governantes atuais?

Videodebate: o governo está de olho em você!

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O que vale mais para você: sua segurança ou sua privacidade?

Você abriria mão dessa última para se sentir mais seguro? Muita gente diria que sim.

Vivemos uma realidade em que, cada vez mais, câmeras nos observam o tempo todo, em todo lugar. Na liderança mundial, a China já tem 200 milhões delas!

E se isso fosse imposto a você, e talvez você nem soubesse? E mais: e se esse controle começasse a comprometer o seu direito de viver sua vida como acha melhor? Ainda é um preço a se pagar por mais segurança?

O presente começa a se parecer com o mundo sombrio descrito pelo livro “1984”, de George Orwell, em que todos são doutrinados a ter um pensamento único e são controlados pelo governo por câmeras. A diferença é que agora, além das câmeras, há ainda a inteligência artificial nos vigiando.

Dá para ter segurança sem que sejamos manipulados? Veja a resposta no meu vídeo abaixo. E depois vamos debater sobre isso aqui nos comentários.



Videodebate: como calar um jornalista no Brasil

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Quer saber como destruir um país? Destrua sua imprensa primeiro!

Ou você acha que ela não passa de um bando de “vendidos”, que só pensam em seus interesses?

Nesses tempos sombrios, em que a intolerância destrói relacionamentos de longa data e a verdade foi trocada pela versão, a imprensa nunca foi tão importante! Ironicamente, nunca esteve tão ameaçada! E isso afeta todos nós!

Na semana passada, por exemplo, dois veículos foram censurados pelo STF. Na mesma semana, a organização Repórteres sem Fronteiras publicou seu Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa. O Brasil amarga uma vergonhosa 105ª posição, entre 180 países.

Noruega, Finlândia e Suécia são os com mais liberdade de imprensa. Sugestivamente, também encabeçam as listas dos países com melhor qualidade de vida, melhor educação e com as pessoas mais felizes do mundo.

Não é coincidência! Tudo está intimamente ligado!

Todos nós temos um papel essencial para melhorar a péssima situação em que o Brasil se encontra nesses indicadores. Sabe como? Veja no meu vídeo abaixo. E depois vamos debater aqui nos comentários.



Paulo Silvestre (esquerda) conversa sobre transformação digital com John Allessio (centro) e Nick Hopman – Foto: reprodução

Transformação digital depende de entusiasmo e de apoio

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Você está pronto para a transformação digital?

Um dos termos mais badalados do momento na administração, ela movimenta empresa e profissionais que querem encontrar, com o apoio da tecnologia, novas maneiras de realizar o próprio negócio, para atingir níveis de produtividade inéditos, ou ainda descobrir um grande novo negócio. Mas poucas empresas realmente sabem qual caminho adotar, pois acham que a transformação digital acontece ao escolherem a tecnologia disruptiva certa para seu empreendimento, quando, na verdade, ele deve obrigatoriamente começar transformando a cabeça das pessoas.

Essa necessidade ficou muito clara na conversa que tive com John Allessio, vice-presidente sênior de serviços globais da Red Hat, e com Nick Hopman, vice-presidente de práticas e soluções globais da empresa, nesta terça (16 de abril), na sede da Red Hat em São Paulo. Os dois executivos vieram participar da inauguração do Red Hat Open Innovation Labs. A íntegra da conversa pode ser vista no vídeo abaixo:



Para Allessio, uma empresa que busca a transformação digital deve começar com um projeto pequeno o suficiente para que possa “abraçar”. Dessa forma, evita-se que a mudança crie barreiras instransponíveis logo de cara.

Mas o executivo adverte que o processo só dará certo se contar com dois ingredientes essenciais: o entusiasmo das equipes, e gestores realmente patrocinando as mudanças necessárias. “Você precisa da paixão das equipes -com negócios e TI trabalhando juntos- e você precisa do apoio dos executivos”, explica. “Sem esse apoio é muito difícil fazer isso acontecer.”

“Precisa ser um cliente que busca mudança, que quer prosperar”, explica Hopman. É por isso que a transformação digital começa sempre com uma transformação cultural. Para ele, nenhuma tecnologia resolverá sozinha um problema causado por um modelo de negócios que já não se sustenta.

Ele está certíssimo. Costumo dizer que “transformação digital” é muito mais “transformação” que “digital”. Se as pessoas realmente não acreditarem na mudança e estiverem dispostas a abandonar velhas fórmulas, mesmo as que deram certo por décadas, será, no máximo, coisa velha com um verniz moderninho.

“Quando as pessoas falam em transformação digital, normalmente se preocupam muito com o digital e com os aspectos técnicos, e não se focam em como eles realmente apoiam aquela transformação dentro de sua cultura, dentro de sua organização”, explica Hopman. Com o laboratório que acaba de ser inaugurado em São Paulo, o quarto da Red Hat no mundo (os outros ficam em Boston, Londres e Cingapura), a empresa pretende ajudar seus clientes a desenvolver essa consciência. “Queremos ensinar obviamente a tecnologia, mas também as práticas abertas, como trabalhar em uma cultura aberta de colaboração”, diz.

“É uma oferta de transformação cultural com os produtos da Red Hat”, explica Fabio Pereira, líder do Red Hat Open Innovation Labs Latam. “A gente chama de uma oferta de inovação imersiva, onde a equipe do cliente vai ficar imersa em um ambiente de inovação, fazendo alguma coisa que adicione valor para o cliente, entregando valor em semanas, ao invés de entregar valor por anos.”

Ele explica que, a princípio, qualquer empresa pode ser beneficiar do Labs. Se você ficou interessado, veja como participar assistindo à minha conversa com o líder da operação local no vídeo abaixo:



Os clientes que participarem da iniciativa podem ter suas equipes trabalhando no laboratório, como também em suas próprias instalações. Além disso, apesar de o Labs estar fisicamente em São Paulo, ele pode atender empresas de qualquer lugar do país e até do mundo. As quatro instalações trocam continuamente informações e desenvolvimentos, funcionando como “concentradores regionais”. A escolha de São Paulo se deve ao tamanho do seu mercado, representado cerca de metade da Red Hat na América Latina.

Allessio afirma que companhias de qualquer porte e qualquer indústria podem ser atendidas: “trabalhamos em empresas tão grandes quanto as que tem 10 mil desenvolvedores até companhias que são tão pequenas como uma nova startup.”

Portanto, se a transformação digital faz os seus olhos brilharem, faça os questionamentos necessários antes de embarcar na empreitada. Esteja pronto para realizar verdadeiras mudanças na cultura empresarial, modelos de negócios e até mesmo na maneira como os profissionais se relacionam “É mais que métodos, ferramentas, processos”, diz Allessio. “Queremos ajudar o cliente a realmente casar TI com o negócio, que é o verdadeiro molho mágico.”

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Videodebate: você educa seus filhos?

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Você se sente preparado para cuidar de toda a educação de seus filhos?

O ensino brasileiro pode estar prestes a passar por uma grande mudança. Mas ela não acontecerá nas escolas, e sim nas residências.

No dia 11, o Governo Federal apresentou um Projeto de Lei que regulamenta o chamado ensino domiciliar, e agora vai a votação no Congresso. Ele prevê que pais possam optar por não matricular os filhos na escola, se responsabilizando pela educação em casa.

Caso seja aprovado, não será uma obrigação, e sim uma opção, claro. E a imensa maioria dos pais deve continuar educando seus filhos com as escolas.

Mas me preocupa muito a simples possibilidades de algumas crianças serem privadas de uma educação adequada pelas crenças de seus pais. Isso provocaria um dano irreparável em sua formação, pois a escola é muito mais que apenas ensinar disciplinas. E as outras coisas não podem ser supridas em casa.

E você, o que pensa do ensino domiciliar? Veja o meu ponto de vista no vídeo abaixo, e depois vamos debater aqui.



Reflexão: transformação digital não é para carneiros!

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A transformação digital sempre dá certo?

NÃO!

Falha quando, como tudo na moda, um monte de gente faz de qualquer jeito, seguindo “formulinhas” de webinars ou “gurus” da Internet.

Se você for mais um carneiro no rebanho, não está se diferenciando! Na melhor das hipóteses, só “trocou de fazenda”, para uma mais moderninha; na pior, vai cair no barranco, porque o líder do rebanho é míope.

Transformação digital é mais “transformação” que “digital”. Acontece nas cabeças! Nem a mais incrível tecnologia resolverá problemas de um modelo de negócios moribundo, da incapacidade de correr riscos, adotar um pensamento não-linear, colaborar, romper tabus.

Exemplo: até não muito tempo atrás, videolocadoras se batiam para oferecer uma melhor experiência nas lojas, com diversidade de títulos e outros serviços, foco no consumidor, CRM e tudo mais!

Até que uma delas, chamada Netflix, percebeu que a verdadeira inovação era transmitir o conteúdo pela Internet.

Onde está a Blockbuster? Estereótipo de coisa poderosa que morreu, aparece em filmes de época, como em Capitã Marvel (foto).

Esse e outros insights vieram do evento organizado pelo Experience Club nesta terça, do qual participei. Grandes mentes juntas discutindo temas incríveis!

Videodebate: seus dados continuam vazando!

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Você sabia que o Brasil é o país em que as pessoas mais se preocupam com crimes cibernéticos?

A conclusão é da Affinion, que acaba de publicar um estudo que entrevistou 13 mil pessoas de 12 países. Segundo ele, 87% dos brasileiros se dizem atentos ao problema, contra um média global de 61% dos entrevistados.

E sabe o que fazemos com toda essa preocupação?

NADA!

Ou muito pouco.

A verdade é que falta ao brasileiro conhecimento sobre como se proteger. Até sabemos quais são os principais problemas, mas continuamos “caindo como patos”, até mesmo em coisas básicas, como o uso inadequado de redes sociais, acesso descuidado a redes públicas de WiFi e senhas displicentes.

Conversei com o César Medeiros, country manager da Affinion, na semana passada e ele me contou outra coisa interessante: as pessoas estão propensas a fazer negócio com empresas que as ajudem a se proteger, mesmo que esse não seja o “core business” da companhia.

Faz sentido: cada vez mais, as pessoas compram uma “experiência” com a marca, indo além do produto.

Sua empresa, está pronta para oferecer isso? E você, como profissional, sabe como lidar com essa situação?



Para fazer o download do relatório de crimes cibernéticos da Affinion, visite a página oficial: https://affinion.com.br/insight/cybercrimesos/?download=1

Se quiser saber mais sobre o vazamento de dados do Facebook mais recente, visite a reportagem do G1: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2019/04/04/dados-de-540-milhoes-de-usuarios-do-facebook-ficam-expostos-em-servidor.ghtml

Á arvore já podada; no destaque, ainda com a placa que anunciava a queda iminente

Reflexão: rede social não é só para “bobagem”

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A PREFEITURA SE MEXEU!

Na segunda passada, fiz um post sobre o estado das árvores nas ruas de São Paulo, depois de uma literalmente desabar na minha frente. Publiquei uma foto de outra, que fica aqui perto, na rua Bartira, quase esquina com a Cardoso de Almeida. Ela tinha recebido uma enorme placa de ESTOU CAINDO, depois de o síndico do prédio em frente ser ignorado pela prefeitura, apesar das insistentes ligações para que algo fosse feito por ela.

Eis que, cinco dias depois, a árvore foi “podada”! Com direito a cortarem energia da região, fecharem a rua por dois dias e usarem caminhão de bombeiro para alcançarem os pontos mais altos da árvore (que passava do quinto andar do prédio).

Não sei se foi coincidência, mas fiquei feliz: ela estava se inclinando sobre um posto de gasolina; no meio do caminho, um poste com dois transformadores.

As redes sociais têm um grande poder de mobilização, até mesmo para coisas do nosso cotidiano. Precisamos usar esse recurso ativamente e com responsabilidade.

Videodebate: a mentira tem perna curta

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Hoje é o DIA DA MENTIRA. Mas a história abaixo é verdadeira. Ironicamente, sobre uma mentira, que pode ensinar algo a todos nós.

Talvez você nunca tenha ouvido falar da Rawvana, mas essa influenciadora , a rainha dos crudiveganos, está passando por um momento bem complicado. Tudo porque ela enganou o seu público.

Aparentemente ela teve seus motivos… Mas os tribunais das redes sociais não querem saber disso. Para eles, Rawvana tem que queimar em praça pública, aos olhos dos haters.

Cuidado antes de sair destilando ódio e apontando dedos por aqui. Você pode ser a próxima vítima! E isso pode acontecer com qualquer um.

Veja como evitar que isso afete você, assistindo ao meu vídeo abaixo.

E você, já foi vítima desse tipo de ataque? Compartilhe sua experiência aqui conosco.



Reflexão: o que faz uma marca ser relevante?

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Quais são as marcas que você ama? Como elas influenciam sua vida, o que você compra, seu trabalho, sua diversão, como estuda, fala?
As empresas se tornam mais relevantes ou ficam obscuras com incrível velocidade. E o segredo para chegar -e ficar (o que é ainda mais difícil)- no alto passa por estar totalmente ligado aos valores do consumidor.
Grande desafio, pois esse indivíduo está mudando cada vez mais rapidamente, e ficando mais e mais exigente.
Estou no evento da Ipsos Brasil, em que foram anunciadas as marcas mais influentes do Brasil, vistas na imagem acima. Elas se saem muito bem nesse entendimento e relacionamento com seu público, nas cinco dimensões adotadas na pesquisa: liderança e inovação, confiança, presença, responsabilidade social e engajamento.
Para o brasileiro, as duas primeiras são as mais importantes, ainda mais que para os consumidores de outros países.
Como a sua empresa se posiciona nesses temas? Vou mais longe: como está sua carreira nisso?

Reflexão: antes da tecnologia, pessoas!

By | Tecnologia | No Comments

A tecnologia é uma ferramenta incrível, mas, antes e acima dela, empresas são formadas por pessoas.
A frase é de Cristina Palmaka​ presidente da operação brasileira da SAP, a gigante de software alemã, com quem estive há pouco na sede da empresa.
Em um momento em que a transformação digital fica cada vez mais popular, as marcas precisam ficar atentas às experiências: de seus clientes, de seus profissionais, da sociedade.
A transformação acontece, portanto, principalmente nas cabeças, não nos bytes.
E você, como está transformado seu negócio?

Videodebate: robôs sexuais?

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Quer vender bem algo? Convença seu público que aquilo é o que ele precisa!

Essa máxima se aplica a qualquer tipo de produto. Um bom vendedor é aquele que consegue ajustar seu produto às necessidades de seu cliente. Se acreditarmos naquilo, negócio fechado!

“Acreditar” é a palavra-chave!

A inteligência artificial pode ajudar muito nisso, processando uma quantidade enorme de informações do consumidor e do mercado, para ajustar esse discurso de “sedução”. Alguns sistemas já conseguem até mesmo se passar convincentemente por seres humanos no telefone!

Legal, né? Muito! As possibilidades são imensas!

Mas isso abre algumas discussões éticas bem delicadas.

Quais os limites disso? Dá para imaginar que chegará um momento em que conviveremos com robôs humanoides -e até teremos contato íntimo com eles- e acharemos que serão pessoas de verdade. A ficção já explora bastante isso.

Você compraria esse produto?

Quanto falta para termos robôs sexuais e “vendedores perfeitos”? Veja no meu vídeo abaixo!



Veja a demonstração do Google Duplex, a nova versão do assistente virtual do Google, mencionado no meu vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Nqhyc8_dwvE

Conheça o sistema de debates por inteligência artificial da IBM, sobre o qual falei no meu vídeo:  https://www.youtube.com/watch?v=m3u-1yttrVw

Você protege seus filhos da Momo, mas quem protege você?

By | Educação | No Comments
Vídeo da Momo que vem circulando no WhatsApp – Foto: reprodução

De uns 10 dias pra cá, várias pessoas vieram me perguntar se eu conhecia a Momo, e como poderiam proteger seus filhos dela. Mais que uma nova praga digital, que estaria assustando as crianças, o ressurgimento da Momo traz um importante ensinamento: qual é o nosso papel em espalhar boatos potencialmente perigosos pelas redes sociais?

Para quem não sabe do que se trata, a Momo é uma boneca de aspecto fantasmagórico que estaria invadindo vídeos do YouTube Kids para assustar e convencer crianças a fazer coisas terríveis, como se cortar e até mesmo matar os próprios pais.

Escultura original da Momo

Acontece que a Momo não é nova. Ela surgiu no primeiro semestre do ano passado, como um meme criado a partir de uma escultura japonesa, que representava um personagem folclórico local (foto ao lado). De fato, logo surgiram animações e até aplicativos com o objetivo de assustar crianças.

A mania não durou muito tempo e já havia caído no esquecimento. Mas, como acontece de vez em quando nas redes sociais, ela reapareceu no começo desse ano, dessa vez no WhatsApp. A ironia é que agora o principal agente disseminador das animações macabras e do consequente pânico são os grupos de mães no aplicativo.

Essa segunda onda da Momo ganhou um novo componente. Dessa vez, a assombração digital estaria invadindo vídeos do YouTube Kids, dizendo para as crianças fazer os desafios macabros. Os vídeos que estão circulando no WhatsApp trazem trechos de programas infantis, como Peppa Pig, que são subitamente interrompidos pela Momo, para passar seus recados doentios.

Para piorar, alguns veículos da imprensa começaram a espalhar a “notícia”. Isso foi suficiente para criar um pânico que vem crescendo desde então, especialmente entre as mães.

Só que isso não passa de uma combinação de “fake news” com efeito manada. O problema é que o medo que se criou chegou a tal ponto, que começaram a pipocar casos de crianças que estão realmente se cortando por conta disso.

Como resolver esse problema?

O que você deve fazer

Primeiramente, vamos aos fatos. Sim, Momo existe mesmo, e aterroriza as crianças. Mas isso está muito mais associado à primeira onda, que aconteceu no ano passado.

Como ouvi de uma criança que entrevistei, “Momo é velha, e as mães estão atrasadas”. Tampouco há qualquer registro dos vídeos da Momo invadindo programas infantis no YouTube Kids. Esses vídeos que estão circulando em grupos do WhatsApp aparentemente foram criados exatamente para essa finalidade, e estão disseminando confusão nos grupos maternos.

Não quero dizer que vídeos da Momo, inclusive os que estão rondando pelo comunicador, não sejam encontrados no YouTube convencional. Mas as crianças não deveriam usar essa versão do produto.

E aqui chegamos no ponto do que cada um de nós pode fazer para melhorar essa situação.

Primeiramente devemos orientar nossos filhos sobre como consumir conteúdo online. Essa orientação envolve também monitorar as atividades das crianças nas redes sociais.

Alguns pais dizem não fazer isso, pois estariam invadindo a privacidade de seus filhos. Isso é muito bonito na teoria, mas não faz o menor sentido na prática, pois os pequenos ainda não têm desenvolvido o necessário discernimento para navegar livremente pela rede. Portanto, os adultos devem acompanhar, sim, tudo o que os pequenos fazem, inclusive conhecer todas as suas senhas e instalar programas de monitoramento.

Os pais também devem explicar, de uma maneira franca, os perigos que existem nas redes. E deixar sempre aberto o canal de comunicação com seus filhos, de uma maneira que eles se sintam protegidos, sem julgamentos e com confiança.

Mas o que nós, adultos, precisamos definitivamente aprender é parar de acreditar em qualquer coisa que vemos nas redes, e ficar espalhando isso por canais como o WhatsApp.

Essa nova onda da Momo me fez lembrar de outro jogo macabro que circulou pela Internet, em 2017: a Baleia Azul. Ele consistia de 50 tarefas que adolescentes recebiam de “curadores”, envolvendo coisas como automutilação, culminando no suicídio. Até hoje, há controvérsias sobre o jogo. Aparentemente, no início, não passava de um boato. Entretanto, diante da exposição que teve nas redes sociais e na mídia, ele acabou se “concretizando”, e vários casos de suicídio pelo mundo estariam associados à Baleia Azul.

Portanto, um canal aberto, franco e seguro com nossos filhos é essencial. Da mesma forma, devemos oferecer a eles todo o apoio e carinho que lhes pudermos brindar. E isso não tem nada a ver com a Momo ou a Baleia Azul: deve acontecer sempre!

Tão importante quanto tudo isso é aprendermos a desconfiar do que nos chega pelas redes sociais, especialmente o WhatsApp. Não podemos dar crédito a todo “hoax” e “fake news” que chega até nós, e muito menos passar isso adiante.

Caso contrário, as maiores vítimas da Momo não serão as crianças, e sim seus pais.

E aí? Vamos participar do debate? Role até o fim da página e deixe seu comentário. Essa troca é fundamental para a sociedade.


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Videodebate: quem fala o que quer ouve o que não quer!

By | Tecnologia | No Comments

Está ficando cansado das bobagens e das brigas nas redes sociais?

Calma, tudo tem solução!

A sequência de falas infundadas e inconsequentes parece não ter fim no meio digital. Pior que isso é o bate-boca insano que, muitas vezes, vem na sequência.

Na semana passada, tivemos três exemplos emblemáticos: a Bettina, que teria feito seu primeiro milhão em três anos a partir de R$ 1.500, os pedidos de fechamento do Supremo Tribunal Federal e a “culpa dos videogames” pelo massacre na escola em Suzano.

Tudo isso na semana em que a Web completou 30 anos! Um dos maiores inventos da humanidade, criada para facilitar o compartilhamento de informações, tem aberto as portas para o lado sombrio das pessoas.

Muito chato isso, né? A parte boa da história é que a solução está em nossas mãos! Como? Veja no meu vídeo abaixo.



O artigo sobre o massacre na escola Professor Raul Brasil, mencionado no vídeo, pode ser encontrado em https://www.linkedin.com/pulse/o-videogame-causou-massacre-de-suzano-sqn-silvestre-jr-/