Category Archives: Tecnologia

Como a inteligência artificial e a computação em nuvem já ajudam os pequenos

By | Tecnologia | No Comments

Imagine se o seu computador resolvesse um problema antes que ele acontecesse.

Bem, isso já acontece!

Nesta terça, foi lançado o Red Hat Enterprise Linux 8, que incorporou inteligência artificial para ficar monitorando continuamente o equipamento e identificar comportamentos que poderão levar a algum problema, com base no que aprende com o que o administrador da máquina faz e com os padrões coletados de usuários do mundo todo. Se algo potencialmente não estiver bem, o sistema dispara o alerta e já propõe soluções, também baseadas em inteligência artificial, para que o problema não chegue a acontecer.

Há 15 anos, isso seria ficção científica. Hoje a inteligência artificial faz parte da nossa vida, até em atividades prosaicas do cotidiano, até em nossos smartphones. E, muitas vezes, nem percebemos que ela está lá. Graças também à computação em nuvem, hoje empresas, mesmo de pequeno pote, têm acesso a recursos que até bem pouco tempo, eram inimagináveis.

Entenda isso melhor vendo abaixo a minha entrevista com Boris Kuszka, líder dos arquitetos de solução da Red Hat Brasil, e cm Thiago Araki, líder dos especialistas de produtos da Red Hat América Latina.

Abrace o digital ou fique de fora!

By | Tecnologia | No Comments

Se você não se apropriar da tecnologia como uma ferramenta para criar diferenciais na sua carreira ou na sua empresa, você logo estará fora do mercado. Por um motivo muito simples: a concorrência fará isso.

Parece óbvio, mas não é tão fácil. Estou cansado de ver profissionais que resistem a adotar ferramentas digitais, porque acham que o “seu jeito” é melhor. Não estou desmerecendo o valor da experiência de ninguém, mas essa visão esconde, na verdade, um medo do novo.

Esse foi um dos assuntos da ótima conversa exclusiva que tive, na tarde dessa segunda, com Gilson Magalhães, presidente da Red Hat Brasil, aqui em Boston (veja a íntegra em vídeo abaixo). Ele sugere que as pessoas desenvolvam uma alfabetização digital, e percebam que coisas como inteligência digital não substituirão ninguém. Pelo contrário, isso tudo potencializa as capacidades de cada um.

Não dá para continuar achando que, se você é médico ou advogado, por exemplo, isso não tem nada a ver com você. A transformação digital é algo que está acontecendo agora e com todos. E não é mais algo restrito à “turma de TI”: todos os profissionais precisam pelo menos conhecer e entender suas potencialidades. Portanto, a verdadeira transformação acontece na cabeça de cada um.


Videodebate: o Facebook mudou o jogo

By | Tecnologia | No Comments

Talvez você nem use mais o Facebook tanto. Mas as mudanças que Mark Zuckerberg e a sua turma anunciaram na F8, a convenção anual da empresa, na semana passada, certamente afetarão a sua vida.

Primeiro porque você deve usar outros produtos da empresa, no mínimo o WhatsApp. Depois porque, pelo seu gigantesco tamanho, o que o Facebook faz acaba impactando outras redes sociais.

Além de mudanças que visam melhorar questões de segurança e de privacidade dos usuários, o calcanhar do Aquiles que está derrubando a rede, o Facebook apresentou uma série de alterações na maneira como as pessoas devem se relacionar entre si e com empresas. Na prática, eles querem que as pessoas se preocupem menos com números como “curtidas” e mais em publicar conteúdo de qualidade e construir conversas interessantes a partir disso. Ou, como disse o próprio Zuckerberg, as redes serão menos como “praças públicas”, em que as pessoas vão para saber o que está acontecendo no mundo, e mais como “salas de estar”, onde recebemos pouca gente para conversar melhor.

Quer saber? Acho isso ótimo! As pessoas andam mesmo muito “viciadas em curtidas” e até fazendo algumas coisas questionáveis para isso. O resultado é uma queda dramática na qualidade do que se publica nas redes, mesmo no LinkedIn, que é o melhor lugar para se encontrar conteúdo e conexões de qualidade.

São nessas conversas que encontramos o verdadeiro ouro das redes sociais, onde nos tornamos autoridade no que fazemos, onde conseguimos mais clientes.

E você, concorda? Veja como isso funcionará no vídeo abaixo, e depois vamos debater aqui nos comentários.



Reflexão: um mau projeto pode manchar uma marca de sucesso

By | Tecnologia | No Comments

Hoje, ao fazer o check in para Boston, para participar do Red Hat Summit, me deparei com a tela abaixo, com o que não pode ser levado na bagagem. Ao lado de líquidos inflamáveis, veneno e explosivos, estava o Samsung Galaxy Note 7.

Por que um único produto pode colocar em risco um voo?

Em 2016, foram reportados casos do Note 7 subitamente pegando fogo, inclusive em um avião! A causa era uma falha em suas baterias.

O Galaxy Note é um dos produtos top da fabricante sul-coreana. Depois de dezenas de incidentes no mundo, o modelo 7 foi retirado do mercado. Estima-se um prejuízo de US$ 17 bilhões à Samsung. E ficou a sensação de que seus celulares não seriam tão seguros.

A Samsung já lançou dezenas de modelos depois daquilo, e eles não explodem. Mas fico impressionado como três anos após os incidentes, a marca ainda continue sendo afetada! É como se, a cada voo, todos os passageiros fossem lembrados, com o nome da companhia sendo citado.

A falha do projeto foi algo imperdoável. Será que a empresa terá que aguardar anos, até que o último Galaxy Note 7 com certeza tenha sido substituído pelos seus donos, para que deixe de ser arranhada a cada check in?

Diversidade gera lucros para empresas e satisfação para pessoas

By | Tecnologia | No Comments

Você já pensou por que existem tão poucas mulheres no mercado de tecnologia? Longe de ser apenas uma estatística, isso vem de valores arraigados em nossa cultura e da falta de modelos femininos nessa indústria. De alguns anos para cá, várias iniciativas procuram reverter essa situação e promover a diversidade e inclusão nas empresas, não apenas de gênero, mas também étnica, de orientação sexual e de pessoas com necessidades especiais. Além de gerar inestimáveis ganhos sociais, elas também trazem muitos ganhos para as empresas.

Segundo o estudo “A diversidade como alavanca de performance”, publicado pela consultoria americana McKinsey, empresas com mais diversidade de gênero em cargos executivos têm 21% mais chance de ter lucros acima da média que as que apresentam pouca diversidade. No caso de diversidade étnica, isso é ainda mais aparente: 33%.

Há alguns dias, tive uma conversa inspiradora sobre isso com Judith Michelle Williams, líder global de diversidade da SAP, que estava no Brasil. A íntegra da conversa em vídeo (7’ 18’’) pode ser vista abaixo.


Vídeo relacionado:


“Quando uma organização é capaz de ter essa diversidade e essa inclusão, isso aumenta o engajamento de seus funcionários”, explica Williams. “Isso leva a uma maior inovação, pois você tem diferentes fontes de ideias, você tem pessoas com culturas diferentes.”

Ironicamente, o primeiro programa de computador da história foi escrito por uma mulher: Ada Lovelace criou em 1842 o algoritmo para a máquina analítica de Charles Babbage. Mas hoje faltam modelos para que as meninas se inspirem para abraçar essas carreiras.

“Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas. Os estereótipos de gênero, a falta de modelos visíveis e as políticas e ambientes sem apoio ou mesmo hostis podem impedi-las de seguir essas carreiras”, disse António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, em sua mensagem oficial no dia 11 de fevereiro passado, Dia Internacional para Mulheres e Meninas na Ciência.

“Ter quem mostre que é possível para uma mulher liderar uma companhia de tecnologia, desenvolver software e crescer em uma carreira de tecnologia é muito bom. Precisamos encorajar mais meninas a abraçar as exatas e estudar ciência e tecnologia”, afirma Williams, que, antes de liderar a diversidade na SAP, cuidou desse tema no Dropbox e no Google.

Diversidade e inclusão

Mas a diversidade sozinha não é suficiente. As empresas precisam fazer seus funcionários se sentirem incluídos, podendo demonstrar quem eles são.

“Nós não queremos que nenhum de nossos funcionários LGBT+ sintam como se não pudessem falar sobre sua vida familiar, não pudessem falar sobre seus parceiros”, explica a executiva da SAP. “É muito importante ter essa inclusão: as pessoas sentem que elas podem vir trabalhar e ser o seu melhor.”

As empresas precisam investir no treinamento de suas equipes para chegar lá. Segundo artigo publicado na revista Forbes, as dificuldades de inclusão derivam principalmente da nossa inabilidade de reconhecer e valorizar pontos de vista diferentes. A autora Phyllis Wright, vice-presidente sênior da VRM Mortgage Services, cita estudos que demonstram que 80% do que usamos para nossas conclusões vêm do que já sabemos, e apenas 20% de estímulos externos. Portanto, um treinamento eficiente pode “melhorar” os conceitos em nosso cérebro e treinar nossos olhos para a questão da diversidade a nossa volta.

Lembro-me de ter lido o livro “Círculo da Inovação”, do guru da administração Tom Peters, há uns 30 anos. Mas uma passagem me marcou muito: a que ele dizia que a gerência da maioria das empresas é composta por “homens brancos de meia idade vestindo calças de poliéster”. O problema disso, segundo ele, é que todos aqueles gerentes pensam da mesma forma, o que seria péssimo para o negócio e para seus produtos.

Ele já via a importância da diversidade, tão em moda hoje, há três décadas! Afinal, se você tem dez “chefes” que pensam exatamente igual, você só precisa de um! O que faz um negócio realmente prosperar é ter pessoas diferentes trocando suas experiências para atender clientes que também são diversos.

E então: como está a sua companhia nisso tudo?


E aí? Vamos participar do debate? Role até o fim da página e deixe seu comentário. Essa troca é fundamental para a sociedade.


Artigos relacionados:

Videodebate: o governo está de olho em você!

By | Tecnologia | No Comments

O que vale mais para você: sua segurança ou sua privacidade?

Você abriria mão dessa última para se sentir mais seguro? Muita gente diria que sim.

Vivemos uma realidade em que, cada vez mais, câmeras nos observam o tempo todo, em todo lugar. Na liderança mundial, a China já tem 200 milhões delas!

E se isso fosse imposto a você, e talvez você nem soubesse? E mais: e se esse controle começasse a comprometer o seu direito de viver sua vida como acha melhor? Ainda é um preço a se pagar por mais segurança?

O presente começa a se parecer com o mundo sombrio descrito pelo livro “1984”, de George Orwell, em que todos são doutrinados a ter um pensamento único e são controlados pelo governo por câmeras. A diferença é que agora, além das câmeras, há ainda a inteligência artificial nos vigiando.

Dá para ter segurança sem que sejamos manipulados? Veja a resposta no meu vídeo abaixo. E depois vamos debater sobre isso aqui nos comentários.



Paulo Silvestre (esquerda) conversa sobre transformação digital com John Allessio (centro) e Nick Hopman – Foto: reprodução

Transformação digital depende de entusiasmo e de apoio

By | Tecnologia | No Comments

Você está pronto para a transformação digital?

Um dos termos mais badalados do momento na administração, ela movimenta empresa e profissionais que querem encontrar, com o apoio da tecnologia, novas maneiras de realizar o próprio negócio, para atingir níveis de produtividade inéditos, ou ainda descobrir um grande novo negócio. Mas poucas empresas realmente sabem qual caminho adotar, pois acham que a transformação digital acontece ao escolherem a tecnologia disruptiva certa para seu empreendimento, quando, na verdade, ele deve obrigatoriamente começar transformando a cabeça das pessoas.

Essa necessidade ficou muito clara na conversa que tive com John Allessio, vice-presidente sênior de serviços globais da Red Hat, e com Nick Hopman, vice-presidente de práticas e soluções globais da empresa, nesta terça (16 de abril), na sede da Red Hat em São Paulo. Os dois executivos vieram participar da inauguração do Red Hat Open Innovation Labs. A íntegra da conversa pode ser vista no vídeo abaixo:



Para Allessio, uma empresa que busca a transformação digital deve começar com um projeto pequeno o suficiente para que possa “abraçar”. Dessa forma, evita-se que a mudança crie barreiras instransponíveis logo de cara.

Mas o executivo adverte que o processo só dará certo se contar com dois ingredientes essenciais: o entusiasmo das equipes, e gestores realmente patrocinando as mudanças necessárias. “Você precisa da paixão das equipes -com negócios e TI trabalhando juntos- e você precisa do apoio dos executivos”, explica. “Sem esse apoio é muito difícil fazer isso acontecer.”

“Precisa ser um cliente que busca mudança, que quer prosperar”, explica Hopman. É por isso que a transformação digital começa sempre com uma transformação cultural. Para ele, nenhuma tecnologia resolverá sozinha um problema causado por um modelo de negócios que já não se sustenta.

Ele está certíssimo. Costumo dizer que “transformação digital” é muito mais “transformação” que “digital”. Se as pessoas realmente não acreditarem na mudança e estiverem dispostas a abandonar velhas fórmulas, mesmo as que deram certo por décadas, será, no máximo, coisa velha com um verniz moderninho.

“Quando as pessoas falam em transformação digital, normalmente se preocupam muito com o digital e com os aspectos técnicos, e não se focam em como eles realmente apoiam aquela transformação dentro de sua cultura, dentro de sua organização”, explica Hopman. Com o laboratório que acaba de ser inaugurado em São Paulo, o quarto da Red Hat no mundo (os outros ficam em Boston, Londres e Cingapura), a empresa pretende ajudar seus clientes a desenvolver essa consciência. “Queremos ensinar obviamente a tecnologia, mas também as práticas abertas, como trabalhar em uma cultura aberta de colaboração”, diz.

“É uma oferta de transformação cultural com os produtos da Red Hat”, explica Fabio Pereira, líder do Red Hat Open Innovation Labs Latam. “A gente chama de uma oferta de inovação imersiva, onde a equipe do cliente vai ficar imersa em um ambiente de inovação, fazendo alguma coisa que adicione valor para o cliente, entregando valor em semanas, ao invés de entregar valor por anos.”

Ele explica que, a princípio, qualquer empresa pode ser beneficiar do Labs. Se você ficou interessado, veja como participar assistindo à minha conversa com o líder da operação local no vídeo abaixo:



Os clientes que participarem da iniciativa podem ter suas equipes trabalhando no laboratório, como também em suas próprias instalações. Além disso, apesar de o Labs estar fisicamente em São Paulo, ele pode atender empresas de qualquer lugar do país e até do mundo. As quatro instalações trocam continuamente informações e desenvolvimentos, funcionando como “concentradores regionais”. A escolha de São Paulo se deve ao tamanho do seu mercado, representado cerca de metade da Red Hat na América Latina.

Allessio afirma que companhias de qualquer porte e qualquer indústria podem ser atendidas: “trabalhamos em empresas tão grandes quanto as que tem 10 mil desenvolvedores até companhias que são tão pequenas como uma nova startup.”

Portanto, se a transformação digital faz os seus olhos brilharem, faça os questionamentos necessários antes de embarcar na empreitada. Esteja pronto para realizar verdadeiras mudanças na cultura empresarial, modelos de negócios e até mesmo na maneira como os profissionais se relacionam “É mais que métodos, ferramentas, processos”, diz Allessio. “Queremos ajudar o cliente a realmente casar TI com o negócio, que é o verdadeiro molho mágico.”

E aí? Vamos participar do debate? Role até o fim da página e deixe seu comentário. Essa troca é fundamental para a sociedade.


Artigos relacionados:

Reflexão: transformação digital não é para carneiros!

By | Tecnologia | No Comments

A transformação digital sempre dá certo?

NÃO!

Falha quando, como tudo na moda, um monte de gente faz de qualquer jeito, seguindo “formulinhas” de webinars ou “gurus” da Internet.

Se você for mais um carneiro no rebanho, não está se diferenciando! Na melhor das hipóteses, só “trocou de fazenda”, para uma mais moderninha; na pior, vai cair no barranco, porque o líder do rebanho é míope.

Transformação digital é mais “transformação” que “digital”. Acontece nas cabeças! Nem a mais incrível tecnologia resolverá problemas de um modelo de negócios moribundo, da incapacidade de correr riscos, adotar um pensamento não-linear, colaborar, romper tabus.

Exemplo: até não muito tempo atrás, videolocadoras se batiam para oferecer uma melhor experiência nas lojas, com diversidade de títulos e outros serviços, foco no consumidor, CRM e tudo mais!

Até que uma delas, chamada Netflix, percebeu que a verdadeira inovação era transmitir o conteúdo pela Internet.

Onde está a Blockbuster? Estereótipo de coisa poderosa que morreu, aparece em filmes de época, como em Capitã Marvel (foto).

Esse e outros insights vieram do evento organizado pelo Experience Club nesta terça, do qual participei. Grandes mentes juntas discutindo temas incríveis!

Videodebate: seus dados continuam vazando!

By | Tecnologia | No Comments

Você sabia que o Brasil é o país em que as pessoas mais se preocupam com crimes cibernéticos?

A conclusão é da Affinion, que acaba de publicar um estudo que entrevistou 13 mil pessoas de 12 países. Segundo ele, 87% dos brasileiros se dizem atentos ao problema, contra um média global de 61% dos entrevistados.

E sabe o que fazemos com toda essa preocupação?

NADA!

Ou muito pouco.

A verdade é que falta ao brasileiro conhecimento sobre como se proteger. Até sabemos quais são os principais problemas, mas continuamos “caindo como patos”, até mesmo em coisas básicas, como o uso inadequado de redes sociais, acesso descuidado a redes públicas de WiFi e senhas displicentes.

Conversei com o César Medeiros, country manager da Affinion, na semana passada e ele me contou outra coisa interessante: as pessoas estão propensas a fazer negócio com empresas que as ajudem a se proteger, mesmo que esse não seja o “core business” da companhia.

Faz sentido: cada vez mais, as pessoas compram uma “experiência” com a marca, indo além do produto.

Sua empresa, está pronta para oferecer isso? E você, como profissional, sabe como lidar com essa situação?



Para fazer o download do relatório de crimes cibernéticos da Affinion, visite a página oficial: https://affinion.com.br/insight/cybercrimesos/?download=1

Se quiser saber mais sobre o vazamento de dados do Facebook mais recente, visite a reportagem do G1: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2019/04/04/dados-de-540-milhoes-de-usuarios-do-facebook-ficam-expostos-em-servidor.ghtml

Á arvore já podada; no destaque, ainda com a placa que anunciava a queda iminente

Reflexão: rede social não é só para “bobagem”

By | Tecnologia | No Comments

A PREFEITURA SE MEXEU!

Na segunda passada, fiz um post sobre o estado das árvores nas ruas de São Paulo, depois de uma literalmente desabar na minha frente. Publiquei uma foto de outra, que fica aqui perto, na rua Bartira, quase esquina com a Cardoso de Almeida. Ela tinha recebido uma enorme placa de ESTOU CAINDO, depois de o síndico do prédio em frente ser ignorado pela prefeitura, apesar das insistentes ligações para que algo fosse feito por ela.

Eis que, cinco dias depois, a árvore foi “podada”! Com direito a cortarem energia da região, fecharem a rua por dois dias e usarem caminhão de bombeiro para alcançarem os pontos mais altos da árvore (que passava do quinto andar do prédio).

Não sei se foi coincidência, mas fiquei feliz: ela estava se inclinando sobre um posto de gasolina; no meio do caminho, um poste com dois transformadores.

As redes sociais têm um grande poder de mobilização, até mesmo para coisas do nosso cotidiano. Precisamos usar esse recurso ativamente e com responsabilidade.

Videodebate: a mentira tem perna curta

By | Tecnologia | No Comments

Hoje é o DIA DA MENTIRA. Mas a história abaixo é verdadeira. Ironicamente, sobre uma mentira, que pode ensinar algo a todos nós.

Talvez você nunca tenha ouvido falar da Rawvana, mas essa influenciadora , a rainha dos crudiveganos, está passando por um momento bem complicado. Tudo porque ela enganou o seu público.

Aparentemente ela teve seus motivos… Mas os tribunais das redes sociais não querem saber disso. Para eles, Rawvana tem que queimar em praça pública, aos olhos dos haters.

Cuidado antes de sair destilando ódio e apontando dedos por aqui. Você pode ser a próxima vítima! E isso pode acontecer com qualquer um.

Veja como evitar que isso afete você, assistindo ao meu vídeo abaixo.

E você, já foi vítima desse tipo de ataque? Compartilhe sua experiência aqui conosco.



Reflexão: antes da tecnologia, pessoas!

By | Tecnologia | No Comments

A tecnologia é uma ferramenta incrível, mas, antes e acima dela, empresas são formadas por pessoas.
A frase é de Cristina Palmaka​ presidente da operação brasileira da SAP, a gigante de software alemã, com quem estive há pouco na sede da empresa.
Em um momento em que a transformação digital fica cada vez mais popular, as marcas precisam ficar atentas às experiências: de seus clientes, de seus profissionais, da sociedade.
A transformação acontece, portanto, principalmente nas cabeças, não nos bytes.
E você, como está transformado seu negócio?

Videodebate: robôs sexuais?

By | Tecnologia | No Comments

Quer vender bem algo? Convença seu público que aquilo é o que ele precisa!

Essa máxima se aplica a qualquer tipo de produto. Um bom vendedor é aquele que consegue ajustar seu produto às necessidades de seu cliente. Se acreditarmos naquilo, negócio fechado!

“Acreditar” é a palavra-chave!

A inteligência artificial pode ajudar muito nisso, processando uma quantidade enorme de informações do consumidor e do mercado, para ajustar esse discurso de “sedução”. Alguns sistemas já conseguem até mesmo se passar convincentemente por seres humanos no telefone!

Legal, né? Muito! As possibilidades são imensas!

Mas isso abre algumas discussões éticas bem delicadas.

Quais os limites disso? Dá para imaginar que chegará um momento em que conviveremos com robôs humanoides -e até teremos contato íntimo com eles- e acharemos que serão pessoas de verdade. A ficção já explora bastante isso.

Você compraria esse produto?

Quanto falta para termos robôs sexuais e “vendedores perfeitos”? Veja no meu vídeo abaixo!



Veja a demonstração do Google Duplex, a nova versão do assistente virtual do Google, mencionado no meu vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=Nqhyc8_dwvE

Conheça o sistema de debates por inteligência artificial da IBM, sobre o qual falei no meu vídeo:  https://www.youtube.com/watch?v=m3u-1yttrVw

Videodebate: quem fala o que quer ouve o que não quer!

By | Tecnologia | No Comments

Está ficando cansado das bobagens e das brigas nas redes sociais?

Calma, tudo tem solução!

A sequência de falas infundadas e inconsequentes parece não ter fim no meio digital. Pior que isso é o bate-boca insano que, muitas vezes, vem na sequência.

Na semana passada, tivemos três exemplos emblemáticos: a Bettina, que teria feito seu primeiro milhão em três anos a partir de R$ 1.500, os pedidos de fechamento do Supremo Tribunal Federal e a “culpa dos videogames” pelo massacre na escola em Suzano.

Tudo isso na semana em que a Web completou 30 anos! Um dos maiores inventos da humanidade, criada para facilitar o compartilhamento de informações, tem aberto as portas para o lado sombrio das pessoas.

Muito chato isso, né? A parte boa da história é que a solução está em nossas mãos! Como? Veja no meu vídeo abaixo.



O artigo sobre o massacre na escola Professor Raul Brasil, mencionado no vídeo, pode ser encontrado em https://www.linkedin.com/pulse/o-videogame-causou-massacre-de-suzano-sqn-silvestre-jr-/

Reflexão: você já magoou alguém online? De propósito ou sem querer?

By | Tecnologia | No Comments

A maior parte da nossa comunicação é feita pelos meios digitais. E, apesar do avanço das mensagens de voz, a comunicação escrita ainda domina: mensagens, e-mails, posts, comentários.

Surge então um problema: não sei o que você acha, mas eu tenho a sensação de que as pessoas estão escrevendo cada vez pior! Observo erros grosseiros de ortografia e de gramática, e a pontuação está virando artigo de luxo.

Sei que o meio digital pede uma comunicação mais dinâmica e mais rápida. E eu sou um defensor da língua viva. Mas não podemos simplesmente jogar no lixo algumas regras.

Para tornar a situação mais dramática, escreve-se na língua falada, que exige elementos não-verbais para ser totalmente compreendida, como variações no tom de voz e linguagem corporal. Emojis (que gosto muito) são ótimos para minimizar essa falta, mas não fazem milagre 😉

Por tudo isso, vejo um monte de mal-entendidos, saias justas e mágoas, simplesmente porque o emissor manda sua mensagem sem o mínimo cuidado. Resultado: rusgas entre colegas, amigos e familiares, imagem manchada e até negócios em risco!

Então, fica minha dica: antes de escrever qualquer coisa, trate bem a língua. As pessoas com quem você conversa agradecem!